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O que está por trás do comportamento? Como funciona uma avaliação em ABA
Quando observamos um comportamento desafiante — uma birra, agressividade, recusa em colaborar — a tendência natural é tentar corrigi-lo de imediato. No entanto, na Análise Comportamental Aplicada (ABA), o foco é outro: antes de mudar um comportamento, é essencial compreendê-lo . É aqui que entra a avaliação comportamental. Mais do que o comportamento em si Na ABA, parte-se do princípio de que todo o comportamento tem uma função. Ou seja, acontece por uma razão. Assim, em vez
31 de mar.4 min de leitura


A escola não substitui a terapia
Enquanto equipa de ABA (Análise Comportamental Aplicada), lidamos diariamente com famílias que esperam que o contexto escolar responda a todas as necessidades das crianças. Embora a escola desempenhe um papel essencial, ela não foi concebida para substituir intervenções terapêuticas especializadas. O papel da escola A escola tem como missão principal ensinar conteúdos académicos e promover competências sociais em grupo. Professores e educadores trabalham para garantir que os
23 de mar.2 min de leitura


Ensinar o uso funcional do dinheiro: dicas práticas para crianças e adolescentes com Autismo
Aprender a usar dinheiro é uma competência essencial para a autonomia. Mais do que saber contar moedas, trata-se de desenvolver uma habilidade funcional que permite fazer escolhas, ganhar independência e participar ativamente na comunidade. Para crianças e adolescentes com Perturbação do Espectro do Autismo (PEA), este ensino deve ser estruturado, progressivo e adaptado ao perfil individual — seguindo princípios baseados na prática da Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
3 de mar.3 min de leitura


Neurodiversidade vs Patologia: Porque interpretar o Autismo como diferença pode transformar vidas?
Durante décadas, o Autismo foi descrito quase exclusivamente através de uma lente clínica: défices, perturbações, limitações. Essa abordagem, enraizada nos manuais diagnósticos como o DSM-5-TR , foi essencial para sistematizar critérios, promover investigação e garantir acesso a apoios. No entanto, nos últimos anos, tem emergido um debate profundo e necessário: devemos olhar para o Autismo apenas como uma patologia, ou como uma expressão da diversidade neurológica humana? Est
24 de fev.3 min de leitura


✨ ABA Para Todos – Uma Campanha Pensada com Coração e Base Científica
No Centro ABCReal acreditamos que todas as famílias devem ter acesso a intervenção especializada, ética e baseada na evidência científica — independentemente das suas circunstâncias financeiras. Sabemos que o acesso à terapia pode representar um desafio significativo para muitas famílias. E quando falamos de desenvolvimento infantil, autonomia e qualidade de vida, cada oportunidade conta. Foi por isso que criámos a campanha “ABA Para Todos – 2026” , uma iniciativa que une
19 de fev.3 min de leitura


Inclusão sem apoio não é inclusão: é negligência
Nos últimos anos, a palavra inclusão tornou-se um chavão bonito em documentos oficiais, discursos políticos e projectos educativos. Mas, na prática, continua a existir uma confusão grave — e perigosa — entre incluir e simplesmente colocar uma criança numa sala de aula regular. Colocar uma criança autista numa sala de aula sem qualquer tipo de apoio, adaptação ou compreensão das suas necessidades não é inclusão . É negligência. Neurodiversidade: diferença não é défice A neur
4 de fev.2 min de leitura


Segundo Momento de Avaliação: o que considerar nas crianças com Necessidades Educativas Especiais
Com o início do segundo momento de avaliação , em janeiro, chega também uma fase importante de reflexão e ajustamento no percurso escolar das crianças. Para os alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) , este momento deve ir muito além das classificações e centrar-se, sobretudo, no progresso individual , no bem-estar e na adequação das estratégias educativas. Este é um período-chave para avaliar o que está a funcionar , identificar dificuldades persistentes e ajusta
15 de jan.2 min de leitura


Autismo em mulheres: compreender, reconhecer e apoiar com base na ciência
O autismo é uma condição do neurodesenvolvimento presente em pessoas de todos os géneros. No entanto, durante décadas, o conhecimento científico, os critérios diagnósticos e as práticas clínicas foram maioritariamente construídos a partir de estudos com rapazes e homens. Como consequência, muitas mulheres autistas permaneceram — e continuam — invisíveis, subdiagnosticadas ou diagnosticadas tardiamente. Falar de autismo em mulheres exige uma abordagem informada, sensível e ali
9 de jan.3 min de leitura
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